Porque nunca passam de pequenos apontamentos...dos meus dias:uns com expressão, outros simplesmente os dias dos Dias...
Friday, 30 November 2007
It's so hard to do and so easy to say...
Oooo no
Here comes that sun again
That means another day without you my friend
And it hurts me to look into the mirror at myself
And it hurts even more to have to be with somebody else
And it's so hard to do
And so easy to say
But sometimes
Sometimes
You just have to walk away
Walk away
So many people to love in my life
Why do i worry about one
But you put the happy in my ness
You put the good times into my fun
And it's so hard to do
And so easy to say
Sometimes
Sometimes
You just have to walk away
Walk away
And head for the door
We've tried the goodbyes
So many days
We walk in the same direction
So that we could never stray
They say if you love somebody
Then you have got to set them free
But i would rather be locked to you than live in this pain and misery
They say that time, will make all this go away
But it's time that has taken my tomorrows and turned them into yesterday
And once again that rising sun is a droppin' on down
And once again you my friend are no where to be found
And its so hard to do, and so easy to say
But sometimes
Sometimes
You just have to walk away
Walk away
And head for the door
You just walk away
Walk away
Walk away.....
Just walk on
Walk on
Turn and head for the door....
Walk away
Ben Harper
Wednesday, 28 November 2007
A Simplicidade maravilhosa de um momento...
Alguns dias são para viver intensamente. Hoje é um deles. Olho pela janela e observo como sempre faço. Mas, hoje é diferente. Não sei porquê. O sol brilha da mesma maneira. A brisa... A brisa... Não é a mesma. Inspiro... Suspiro...
Aquele ar entra no meu corpo como uma transfusão. Sinto uma renovação. Como se estivesse a bombear energia para todo o meu ser.
Os meus olhos fecham-se. Sinto tudo...
(Relembro momentos que passei, num rasgo de memórias que vieram ao de cima. Não os soube aproveitar.Não. E isso magoa-me. Deixei-os escapar...
E tudo porque não vi aqueles dias, como estou a ver este neste momento.
Abro os meus olhos. Volto a mim. Sou eu. Eu. Eu e o mundo que me abraça. Eu e a minha existência que eu abraço com toda a força.
Pronta para mais um dia.É...Porque estes pequenos, grandes momentos são bons, mas não duram para sempre... Reaalidade...Reaaaalidade...Wake up!
As Memórias Procriam como se Fossem Pessoas Vivas...
(...)"Há pequenas impressões finas como um cabelo e que, uma vez desfeitas na nossa mente, não sabemos aonde elas nos podem levar. Hibernam, por assim dizer, nalgum circuito da memória e um dia saltam para fora, como se acabassem de ser recebidos. Só que, por efeito desse período de gestação profunda, alimentada ao calor do sangue e das aquisições da experiência temperada de cálcio e de ferro e de nitratos, elas aparecem já no estado adulto e prontas a procriar. Porque as memórias procriam como se fossem pessoas vivas(...)".
Agustina Bessa-Luís, "Antes do Degelo"
Aquele ar entra no meu corpo como uma transfusão. Sinto uma renovação. Como se estivesse a bombear energia para todo o meu ser.
Os meus olhos fecham-se. Sinto tudo...
(Relembro momentos que passei, num rasgo de memórias que vieram ao de cima. Não os soube aproveitar.Não. E isso magoa-me. Deixei-os escapar...
E tudo porque não vi aqueles dias, como estou a ver este neste momento.
Abro os meus olhos. Volto a mim. Sou eu. Eu. Eu e o mundo que me abraça. Eu e a minha existência que eu abraço com toda a força.
Pronta para mais um dia.É...Porque estes pequenos, grandes momentos são bons, mas não duram para sempre... Reaalidade...Reaaaalidade...Wake up!
As Memórias Procriam como se Fossem Pessoas Vivas...
(...)"Há pequenas impressões finas como um cabelo e que, uma vez desfeitas na nossa mente, não sabemos aonde elas nos podem levar. Hibernam, por assim dizer, nalgum circuito da memória e um dia saltam para fora, como se acabassem de ser recebidos. Só que, por efeito desse período de gestação profunda, alimentada ao calor do sangue e das aquisições da experiência temperada de cálcio e de ferro e de nitratos, elas aparecem já no estado adulto e prontas a procriar. Porque as memórias procriam como se fossem pessoas vivas(...)".
Agustina Bessa-Luís, "Antes do Degelo"
Sunday, 25 November 2007
Só porque a ouvi quando acordei...
There's no combination of words
I could put on the back of a postcard,
No song that I could sing
But I can try for your heart,
Our dreams, and they are made out of real things,
Like a shoebox of photographs,
With sepiatone loving,
Love is the answer
At least for most of the questions in my heart ,
Like why are we here? And where do we go?
And how come it's so hard?
It's not always easy,
And sometimes life can be deceiving,
I'll tell you one thing, its always better when we're together
[Chorus:]
MMM, it's always better when we're together
Yeah, we'll look at the stars when we're together
Well, it's always better when we're together
Yeah, it's always better when we're together
[Verse 2:]
And all of these moments
Just might find their way into my dreams tonight
But I know that they'll be gone,
When the morning light sings
And brings new things,
But tomorrow night you see
That they'll be gone too,
Too many things I have to do,
But if all of these dreams might find their way
Into my day to day scene
I'll be under the impression,
I was somewhere in-between
With only two,
Just me and you
Not so many things we got to do,
Or places we got to be
We'll sit beneath the mango tree now
Yeah, it's always better when we're together
MMM, We're somewhere in-between together
Well, it's always better when we're together
Yeah, it's always better when we're together
Mmmmm Mmmmm Mmmmm
I believe in memories
They look so, so pretty when I sleep
Hey now, and when, and when I wake up,
You look so pretty sleeping next to me
But there is not enough time,
And there is no, no song I could sing
And there is no combination of words I could say
But I will still tell you one thing,
We're better together
Jack Johnson, Better Together.
Friday, 23 November 2007
L'Excès....Hum...
Je n'ai pas d'excuse,
C'est inexplicable,
Même inexorable,
C'est pas pour l'extase, c'est que l'existence,
Sans un peu d'extrême, est inacceptable,
Je suis excessive,
J'aime quand ça désaxe,
Quand tout accélère,
Moi je reste relaxe
Je suis excessive,
Quand tout explose,
Quand la vie s'exhibe,
C'est une transe exquise
Y'en a que ça excède, d'autres que ça vexe,
Y'en a qui exigent que je revienne dans l'axe,
Y'en a qui s'exclament que c'est un complexe,
Y'en a qui s'excitent avec tous ces "X" dans le texte
Je suis excessive,
J'aime quand ça désaxe,
Quand tout accélère,
Moi je reste relaxe
Je suis excessive,
Quand tout explose,
Quand la vie s'exhibe,
C'est une transe exquise, (ouais).
Je suis excessive,
J'aime quand ça désaxe,
Quand tout exagère,
Moi je reste relaxe
Je suis excessive,
Excessivement gaie, excessivement triste,
C'est là que j'existe.
Mmmm, pas d'excuse ! Pas d'excuse !
Carla Bruni, L'excessive.
Thursday, 22 November 2007
Para não dizerem que no blog não há espaço para publicidade...
Wednesday, 21 November 2007
O Prazer de estar vivo... Ou a sorte!
(...)"Não sabes a vida porque não imaginas a sua privação. Vê se consegues ter uma ideia da morte e saberás a maravilha que te coube, que tiveste a sorte incrível de te caber.(...)"
(...)"O prazer que tu esperas varia na razão inversa do tempo de o esperares. E da inquietação também. Porque quanto mais esperas e te inquietas, menos prazer ele é. Espera-o no infinito para te não inquietares. E que ele seja depois o prazer que for.
Mas o contrário também é verdadeiro.(...)"
Vergílio Ferreira, "Pensar".
(...)"O prazer que tu esperas varia na razão inversa do tempo de o esperares. E da inquietação também. Porque quanto mais esperas e te inquietas, menos prazer ele é. Espera-o no infinito para te não inquietares. E que ele seja depois o prazer que for.
Mas o contrário também é verdadeiro.(...)"
Vergílio Ferreira, "Pensar".
Monday, 19 November 2007
Somos Uma Surpresa Para Nós Próprios...
(...)"Como serão em privado as pessoas que conhecemos? Quanta surpresa se o soubéssemos. Porque nós, instintivamente, tendemos a julgá-las idênticas dentro e fora de si. Mas o que somos por fora é o que aceitamos que o seja e é o que os outros estabeleceram. Tal fanfarrão na praça pública pode ser um chilro piegas quando lá não está ou um medricas quando a coisa é a sério?. Ou inversamente. O que aceita para si a imagem exterior de um mole, de um tíbio, de um encolhido de comportamento - no interior de si, e quando for caso disso, pode ser um obstinado de dente rilhado. Há um estilo de se ser que se adopta por convenção generalizada, orientação de uma época, obrigação protocolar no modo de nos manifestarmos.
(...) As regras de comportamento em grandezas chegam só à porta da rua ou ao menos da do quarto ou seguramente à da casa de banho. E daí para dentro, vale tudo, ou seja a regra somos nós. E é então que sabemos quem somos ou quem é aquele que consentimos que seja ou em que medida respeitamos em nós o que respeitamos nos outros. Mas nem é preciso talvez entrarmos na nossa intimidade. Quanta farófia se não desfaz em caca quando entra a polícia? Como se aguentaria ela, frente a um pelotão de fuzilamento? Mas o mesmo tipo revelado em fraqueza e enrolado de timidez poderia revelar-se em coragem quando a coisa fosse a doer. Tudo é tão casual. Somos tanto a invenção de nós em cada momento. Tudo é tão em nós uma fortuita conjugação de astros. Somos tão surpresa para nós próprios. Para a coragem ou o amor ou a verdade ou mesmo a inteligência. Ou o simples estar vivo".(...)
(...) As regras de comportamento em grandezas chegam só à porta da rua ou ao menos da do quarto ou seguramente à da casa de banho. E daí para dentro, vale tudo, ou seja a regra somos nós. E é então que sabemos quem somos ou quem é aquele que consentimos que seja ou em que medida respeitamos em nós o que respeitamos nos outros. Mas nem é preciso talvez entrarmos na nossa intimidade. Quanta farófia se não desfaz em caca quando entra a polícia? Como se aguentaria ela, frente a um pelotão de fuzilamento? Mas o mesmo tipo revelado em fraqueza e enrolado de timidez poderia revelar-se em coragem quando a coisa fosse a doer. Tudo é tão casual. Somos tanto a invenção de nós em cada momento. Tudo é tão em nós uma fortuita conjugação de astros. Somos tão surpresa para nós próprios. Para a coragem ou o amor ou a verdade ou mesmo a inteligência. Ou o simples estar vivo".(...)
Vergílio Ferreira, "Pensar".
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